É uma grande ideia! Mas qual problema ela resolve?

Postado por: MATHEUS VIEGAS DE CAMPOS CAMACHO

Não há mal nenhum em ter boas ideias de produtos, serviços ou explorar uma tecnologia. Acontece que essas três coisas são meios para um fim e o fim é um só: entregar valor para alguém. Nenhum produto, serviço ou tecnologia tem valor por si só. O valor só é percebido ao se resolver um problema específico do segmento de mercado. Startups são negócios de risco, baseados em ambientes de incerteza tecnológica e mercadológica. As grandes startups – e também as pequenas e médias porém firmes – começam identificando e atendendo a uma demanda relevante de pessoas.

Essa primeira etapa é a mais importante para um negócio que está nascendo: encontrar um público ou segmento que sofre alguma “dor”. Algo falta para esse segmento e as pessoas e empresas precisam cumprir seus objetivos, mas não conseguem. Esses objetivos são “trabalhos” que uma startup pode realizar para entregar valor. Ao acertar a veia do que o mercado precisa, há grandes chances de a startup conseguir espaço com os primeiros early-adopters e clientes para aprofundar seu produto ou serviço. Essa etapa é o que o professor Steve Blank, uma das referências em empreendedorismo inovador, chama de Costumer Discovery. Esse é um dos primeiros “passos” para um grande negócio. Costumer Discovery é fase em que travamos uma busca profunda por um segmento de mercado que tenha um problema relevante e que esteja disposto a pagar por uma solução. Nessa fase, são empregadas diversas ferramentas de pesquisa para aprofundar o olhar sobre esse segmento e definir se vale a pena abrir um negócio para atendê-lo.

Outro ponto muito importante: a ideia é boa, a tecnologia existe e identificamos um segmento de clientes. Só que para o negócio parar em pé, como em qualquer outro, é preciso saber quanto dinheiro está na mesa. Temos que saber qual o potencial desse segmento de gerar receita e por quanto tempo. É claro que em um ambiente de incerteza, não temos como saber com precisão. Saber navegar neste tipo de dilema é o que diferencia startups e empresas tradicionais.

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Fonte: https://vanzolini.org.br/weblog/2019/01/03/como-comecar-uma-startup-entenda-dor-do-seu-cliente/

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