#NoMercado – Engenharia Civil

Postado por: caiokaspary

A PIME começa hoje uma nova série de posts semanais com a tag #NoMercado. Nosso objetivo é mostrar aos universitários e recém formados a imensidão de oportunidades no mercado que a formação pode trazer, não se limitando somente a um emprego na área, empreender também é uma alternativa. Hoje nós começamos com o curso de Engenharia Civil. Será que o engenheiro civil recebe o diploma para construir somente casas, prédios e pontes?

 

Com uma breve pesquisa, descobrimos que “A engenharia civil é o ramo da engenharia que engloba a concepção, o projeto, construção e manutenção de todos os tipos de infraestrutura necessários ao bem estar e ao desenvolvimento da sociedade”. Depois de estar devidamente licenciado pelo Conselho Regional, o profissional já estará apto para planejar, coordenar e executar obras como casas, prédios e pontes!! Também poderá projetar condomínios, shoppings, viadutos… Brincadeiras a parte, a formação não está restrita somente ao projeto e construção de moradias, estabelecimentos ou estradas, vai bem mais além.

O concreto é um dos materiais mais consumidos no mundo

Você já sabe que um Engenheiro Civil pode estar bastante envolvido com obras, mas já parou para pensar que postes de luz, postes para cerca, meio-fios e até estátuas também são feitos de concreto? Dependendo do tamanho da estátua, engenheiros civis são indispensáveis – O Cristo Redentor precisou de vários para ser erguido. O Profissional também pode atuar em várias outras áreas que envolvam concreto, seja construindo ou reformando ciclovias, churrasqueiras, passando por sobrados e prédios, até grandes desafios, como túneis, pontes, projetos de transposição de rios, usinas, e muito mais. Todo esse mercado ainda é pouco para a engenharia civil.

Engenharia Civil não é só concreto

Ainda há espaço para o profissional atuar nas áreas de hidráulica, elétrica, transportes, estruturas metálicas, tudo isso atento às regulamentações da profissão, impactos ambientais, sempre buscando maneiras de otimizar processos, reduzir custos e desperdícios, e realizar entregas em menos tempo. Vale lembrar que como em qualquer setor econômico, a engenharia civil também é afetada por inovações, surgindo oportunidades a pesquisadores de construírem soluções, automatizarem processos, lançarem patentes em cima de novidades. Há milhares de oportunidades de empreender, e um bom exemplo disso aplicado ao setor são casas sendo construídas utilizando impressoras 3D.

Impressora 3D gigante utiliza concreto reciclado, dispensa mão-de-obra e é capaz de produzir dez casas de 650 m² em 24 horas ao custo de US$ 4.800,00 cada!

A empresa responsável pela iniciativa é a WinSun Decoration Design Engineering Co. de Xangai. A impressora 3D mede 32 metros de comprimento, 10 m de largura e 6,4 m de altura, o que explica a capacidade de produzir tantas casas em tão pouco tempo: ela é projetada para produzir construções simples, utilizando matéria-prima barata e pouca mão-de-obra, o que joga o preço final da casa no chão. A impressora funciona como suas primas menores, ao invés de plástico ela utiliza uma mistura especial de concreto, porém o funcionamento é exatamente igual: ela injeta o material sobre o molde camada por camada, e uma vez que as paredes secam elas recebem portas, janelas e telhados. Uma inovação que pode revolucionar a construção civil.

 

Na grade curricular do curso de Engenharia Civil da UFMS, o acadêmico estuda algumas matérias específicas de pontes, hidráulica, elétrica, estruturas metálicas, além de todo embasamento para obras mais corriqueiras. Em 2019.2, a UFMS, por meio da AGINOVA, em parceria com o SEBRAE lançou a disciplina de empreendedorismo e inovação, que conta com professores capacitados, os quais trazem inovações em didáticas e a multidisciplinaridade. É uma oportunidade para aprender um pouco mais sobre negócios, e a PIME tem papel fundamental nisso!

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